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Consolidando cinco anos de atuação, o IFRS começa 2014 cheio de projetos, que buscam expansão, qualificação, satisfação da comunidade acadêmica e das regiões nas quais está instalado. Para falar desta trajetória e de perspectivas, o primeiro informativo eletrônico do ano traz uma entrevista, em cinco perguntas, com a reitora Cláudia Schiedeck Soares de Souza.

 

IFRS Registra - Em 2014, o IFRS está comemorando 5 anos. Quais foram as principais conquistas até aqui e que metas existem para os próximos anos?

Reitora - Acredito que as principais conquistas estão no fortalecimento de nossa instituição no cenário estadual e nacional. Nossas ações são reconhecidas por todos os outros IFs no Brasil. Além disso, crescemos exponencialmente em termos de alunos e servidores. Esse crescimento nos coloca entre os maiores IFs do país e também nos dá maior responsabilidade, principalmente na qualidade da educação que ofertamos. Estamos em permanente melhoria da infraestrutura em todos os câmpus e ampliamos espaço nas ações de pesquisa e extensão. Basta olharmos para os resultados obtidos nos últimos editais dos quais participamos. Todas essas vitórias são fruto de um esforço coletivo, que precisamos manter para nos consolidarmos nesse caminho. Uma das nossas grandes metas para os anos que virão será a total informatização dos processos, o que agilizará muito o que já produzimos.

 

Para os servidores, o que esperar de 2014?

Reitora - O IFRS está crescendo de forma rápida. São inúmeros os concursos e as posses de servidores para atender à demanda de quase 20 mil alunos. Trabalhamos ao longo desses dois últimos anos para estruturar melhor a Diretoria de Gestão de Pessoas. Aprovamos diversos documentos necessários para que pudéssemos atender melhor nossos servidores ? o Programa de Capacitação do IFRS, as normativas que prevêem afastamento dos servidores ?, realizamos inúmeros cursos de qualificação para os técnicos administrativos, entre outras ações. Para esse ano, teremos a aprovação do Programa de Concessão de Bolsas para servidores, o qual deverá ser finalizado até março, uma vez que estamos ouvindo os colegiados que devem opinar sobre o assunto. Também teremos diversas ações em nível nacional, como o Plano Nacional de Desenvolvimento Profissional do PCCTAE e também o Planfor, que irá atender os docentes. Esses planos atuarão de forma rápida na qualificação de nossos servidores, que está sendo tratada como uma demanda urgente por todos os IFs do país.

 

Atualmente, o IFRS tem quatro câmpus em implantação (Viamão, Alvorada, Rolante e Vacaria) e pelo menos dois em estágio avançado de negociação (Veranópolis e Guaíba). Que andamentos mais significativos devem ocorrer nestes projetos em 2014?

Reitora - Dos câmpus em implantação, dois deles já estão em fase de construção: Rolante e Vacaria. Os outros dois ainda demandam estudos de terreno e localização, mas Alvorada deve ter sua licitação efetuada no primeiro semestre. No caso de Viamão, estamos em estudos para avaliação da área que foi doada e também em negociação com o governo do estado para possibilitar a doação da Escola Estadual Ana Jobim, o que nos daria mais rapidez de implantação do câmpus. O Câmpus Avançado de Veranópolis depende apenas da aprovação da Lei Municipal que irá doar as instalações físicas para o IFRS e o de Guaíba está dependendo de infraestrutura, a qual está sendo negociada com o Governo do Estado.

 

Neste ano, o IFRS será um dos anfitriões da Reditec. São esperados 600 dirigentes de instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. O que representa sediar este evento? Como a instituição está se preparando?

Reitora - A Reditec é o evento mais significativo da rede federal. Ocorre anualmente e sempre em uma cidade diferente. Em 2009, o IFRS, recém-criado, foi sede da Reditec, em Bento Gonçalves. O evento foi um sucesso e é lembrado por todos até hoje. Aquele era um ano significativo - 100 anos da Rede Federal e o 1º ano de criação dos IFs. Muito nos honra podermos sediar, agora, juntamente com o IFFarroupilha e o IFSul, a comemoração dos 5 anos de criação da Rede Federal. Um evento que servirá para demonstrarmos o que está sendo feito no IFRS e também no Brasil, um evento em que as questões do futuro da rede são sempre pontuadas com muita profundidade. A união de esforços de todos os IFs do RS para realizar o maior evento da Rede de Educação Profissional do Brasil com certeza deixará mais uma marca. Temos um comitê gestor que tem se reunido com frequência, do qual participam o Conif, os IFs do RS e o Condetuf (Escolas Vinculadas). Já temos a definição dos espaços e estamos nos preparando para que o evento seja realmente inesquecível em todos os aspectos.

 

Com sua experiência de 5 anos à frente do IFRS, é possível imaginar o IFRS daqui a 5 anos? Como você resumiria este "IFRS do futuro"?

Reitora - Acredito que a consolidação do projeto dos Institutos Federais está ocorrendo de forma gradativa, mas consistente. Temos o reconhecimento de todos, que enxergam na Rede Federal uma possibilidade de desenvolvimento social e econômico para suas regiões. O IFRS do futuro certamente terá que ter se apropriado definitivamente de sua missão e seus objetivos, trabalhando sempre pela inclusão dos atores sociais a essa proposta, quer seja através do ensino, da extensão ou da pesquisa. O sucesso dessa empreitada dependerá exclusivamente disso. E tenho convicção de que caminhamos progressivamente nessa direção. Nossa atuação no ensino integrado, formando técnicos capacitados e cidadãos empreendedores, nossas relações com a sociedade e com o setor produtivo, a interiorização do ensino superior público e federal no Rio Grande do Sul, a verticalização do ensino, chegando até a pós-graduação e a atuação definitiva na pesquisa aplicada são alguns dos tópicos que devem fazer parte da visão dos próximos gestores que me sucederão. A pavimentação do caminho de sucesso para o IFRS está em andamento. Depende de nós, apenas, a estruturação definitiva de uma Instituição Federal de fôlego e consistente.

IFRS Registra 01/2014 - janeiro e fevereiro

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